Cinema, pipoca e algo mais...


Quarta-feira , 04 de Novembro de 2009


This is it

 

“This is it”  não é simplesmente um filme. Não é apenas um documentário. É uma fábula, contada de forma diferente e que (por mais clichê que isso possa parecer) mostra o Michael Jackson que poucos conheceram e que muitos duvidavam que realmente existisse.

“Sei que a intenção é boa... Falo isso por amor. A-M-O-R”. Acredite ou não, isso é uma crítica que Michael faz a sua equipe. E são em momentos como esse que percebemos a simplicidade do Rei do Pop. Um momento pequeno, perto da grandiosidade do espetáculo, que segundo o próprio Michael estava sendo criado para “levar o amor de volta ao mundo”.

 


É difícil negar , mas quando “This is it” começou, pensei que provavelmente seria uma Experiência um tanto maçante.  Para minha surpresa (e felicidade) foi exatamente o contrário. E seria hipocrisia dizer que o mérito de tudo isso é de MJ. Kenny Ortega, o diretor do filme( e do que seria o show), conduz tudo com maestria. Ok, nenhum passo é dado por ele, sem que Michael diga- “Deus te abençoe, Kenny” -. E essa relação entre os dois é que faria “This is it’’ ser (exagero meu, talvez) a melhor turnê de Michael Jackson”.

 


Mas como falar de “This is It”, sem falar sobre como Michael estava sensacional, espetacular. É visível que  não estava em sua melhor forma, e que (provavelmente) estivesse se poupando para sua turnê, mas mesmo com essas “limitações” , seus movimentos, suas expressões a cada música eram surreais. É como aqueles filmes de Kung-fu  que vemos, onde há beleza e poesia, mas que tudo é feito com cabos apagados digitalmente, e que boa parte das coisas não passam de efeitos especiais. A diferença é que Michael não usa nem um cabo ou efeito especial: É simplesmente O REI DO POP fazendo o melhor sabia fazer.

 Houve polêmicas na vida de Michael Jackson? Sim. Escândalos?!!Também. Mas o talento, a determinação  e principalmente, a humildade e a vontade de fazer com que o mundo fosse melhor , nos fazem esquecer de dessas coisas, e diga-se de passagem foi a primeira vez na minha vida em que as pessoas no cinema aplaudiram ao final da sessão.

E por falar nisso, não saia do cinema antes de os créditos realmente acabarem. A surpresa vai ser boa. E... “É isso”!

 

NOTA: 9

 

              

Escrito por D. Junior às 19:03
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Sexta-feira , 21 de Agosto de 2009


Mostrando a dura realidade de um astro em decadência, JCVD é surpreendente

 

Não faz nenhum mês que vi Quero ser John Malkovich. Após subirem os créditos, pensei que demoraria (se é que aconteceria novamente) para ver algo que "brincasse" de um modo bizarro com aquela velha história do homem por trás do mito. Astros que,  muitas vezes, são confundidos com seus personagens, que tem nervos de aço, e que, as vezes, são imbatíveis, física e mentalmente.

 


J.C.V.D começa como grande parte dos filmes da "boa fase" de Van Damme (quem aí não lembra de Risco Máximo ou Timecop ?!), cheio de socos e pontapés, tiros e explosões. Até que parte do cenário despenca e o espectador é jogado (assim como em Quero ser John Malkovich) à crueldade do que é a vida de um astro em decadência.


A trama: Ex astro da ação retorna ao seu país de origem, procurando qualquer papel em qualquer filme, para pagar os advogados que lutam pela custódia de sua filha, até o momento em que o ator entra em uma agência de correios e é confundido com os assaltantes que estão roubando o lugar.

"Vira meio 'Um Dia de Cão ' "disse Van Damme em uma entrevista, ano passado.

 

O longa é carregado de uma personalidade tão forte, diálogos  inacreditáveis - "Só por que ele trouxe John Woo para os EUA, ele acha que pode me avacalhar?!" ou "Van Damme, eles escolheram outro para o pape l[...] Escolheram o Steven [Seagal], ele prometeu cortar as tranças". Uma trilha sonora impecável (a música de abertura, parece vinda de algum filme de Quentin Tarantino), um clímax perfeitamente realista, que em boa parte da projeção fica difícil acreditar que aquilo é, realmente, um filme de Van Damme!


É claro que JCVD não é um filme perfeito. Há falhas no roteiro (menos do que as esperadas) e algumas frases toscas em meio a bons diálogos "Por que matam as pessoas?! Elas são tão bonitas!". Claro, nada que comprometa, afinal, o longa é o mais próximo que Van Damme já chegou, do que se pode chamar de um filme de arte.

Quanto à atuação do (ex) astro, pode-se usar a mesma palavra que resume o filme: Surpreendente! O monólogo de Van Damme com a câmera (Talvez diga a que realmente veio o filme) é simplesmente chocante! E antes que você diga, "Ah, mas ele está interpretando ele mesmo", posso dizer que é mais do que isso. Muito mais. O que Van Damme mostra, é a fase de ostracismo que muitos astros sofreram ou ainda sofrem!


J.C.V.D não é volta triunfal de Van Damme, mas não deixa de ser uma boa surpresa, um longa como poucos vistos recentemente. Não deixa de provar que Van Damme é mais que músculos e pontapés. É um filme, muitas vezes, cheio de sensibilidade, e, mais que isso, é o melhor filme, dos quase 25 anos, da carreira de JEAN-CLAUDE VAN DAMME.

 

Nota : 8,5

Escrito por D. Junior às 20:09
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Terça-feira , 23 de Junho de 2009


Nova SET! Ou o que a melhor revista de cinema do Brasil se tornou!

   Pop Quiz: Em qual lugar do mundo um filme do Steven Seagal pode ser melhor que um filme estrelado por Samuel L Jackson, Eva Mendes e Scarlett Johansson? R: Na nova revista SET, é  claro! É triste admitir, mas a revista que eu tanto amo está prestes a ir para o ralo. O fato de terem dito que Escuridão mortal é melhor que The Spirit , é só uma pequena faísca no meio de tanto fogo!

 

São tantas coisas ruins, que falar de todas seria só reforçar uma ideia que já está formada na cabeça de quem leu a edição de maio/junho, isso mesmo dois meses e só tivemos uma única edição. E isso não havia acontecido nos 22 anos da SET!

 

Um dos grandes erros, e olha que existem vários, é fato de a seção de cartas ter se transformado em(pasmem!)Deu no orkut. Deu no Orkut! Além de ninguém, mesmo que fosse um dos(provavelmente) mal-humorados colunistas, responderem à nada!

 

A parte gráfica  ficou bem estranha, e não digo isso pelo fato de estar acostumado com a antiga versão, e sim por realmente ter ficado algo grotesco! O que é aquele desenho na seção cinema!

 

E as críticas. Ah, as críticas! Fotos ampliadas ao máximo. Ao extremo. E o que isso quer dizer? Falta de qualidade de quem escreve, não só de qualidade como também de criatividade! A seção de cinema(me refiro em relação as críticas) está(quase) aceitável, mas as da seção de DVD... Meu Deus, o que é aquilo?!! É lastimável no que  minha seção favorita se transformou. Seis linhas para crítica principal da seção? Steven Seagal até é um cara legal e seus filmes até dão para o gasto em um tarde chuvosa em casa, mas dizer que Escuridão Mortal é um filme divertido e que Seagal convence nesse filme como vigilante. De um crítico profissional, é algo assustador de se ouvir. Assustador!

 

Ok. Preciso admitir que essa edição teve duas coisas positivas. 1ª é o fato de terem eliminado a seção de Música. 2ª A entrevista com Clive Owen! E só!

 

Houve quem reclamou das vinte(!) páginas a menos, mas será que não fomos poupados de mais besteira e falta de profissionalismo?

Meu amigo Edu Torelli abordou algo interessante. É engraçada a reação de "cinéfilos" que viviam acusando a revista de ser "um aglomerado de Nerds" e agora tem de conviver com isso! Com essa coisa horrível que a revista se tornou!

É triste, mas é bem provável que a SET acabe em pouco tempo! Que venha o projeto do Sadovski( pra quem não sabe, deve acompanhar na comunidade do Orkut "Revista SET"), pra podermos ter algo de qualidade. Assim como era nossa antiga SET!

Escrito por D. Junior às 19:58
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Quinta-feira , 04 de Junho de 2009


Omelete ou Cinema com Rapadura?

          

          

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

A palavra Cinema para alguns, significa simplesmente uma sala escura, pipoca e um filme. Para outros é muito mais do que isso. E provavelmente esses "outros", conheçam bem os sites citados no título desse artigo. Mas a questão é, qual deles é o melhor? Quem é melhor, Marcelo Forlani ou Jurandir Filho?

 

                                                                         

Primeiramente vou tomar partido  nessa briga, o Omelete  concerteza é melhor. É como comparar a revista SET(a do tempo do Sadovski, não essa porcaria que ainda leva o mesmo nome) e a Sci-fi News. O Omelete é dinâmico. O trio principal que conduz "a cozinha"-Marcelo Hessel, Marcelo Forlani, Erico Borgo- estão entre os melhores críticos do Brasil. O Omeletv(um programa semanal,em que os mesmo trio principal fala sobre diversos assuntos da cultura POP) é divertidíssimo, e mais do que isso, mostra o competência que quem comanda o site tem!

O CCR foi minha primeira fonte de informação na internet. Seus críticos são bons, mas nada que se compare ao Omelete. O podcast deles nem se compara ao omeletv, pelo fato de não se levar a sério. O que acaba diferenciando um do outro, realmente, é a vontade de fazer algo bom. Algo que seja bom pra todos.Preciso admitir que o CCR parece ser feito pra eles, como se nós não existíssimos. Infelizmente!

 

 

 

Seja para o mundo do cinema, quadrinhos, músicas ou games, o Omelete, sem sombras de dúvida, é soberbo em relação  ao CCR.

  

 

Escrito por D. Junior às 18:58
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Segunda-feira , 01 de Junho de 2009


 
 

O começo de uma nova era na vida de Mickey Rourke 

 

 

 

Esses dias estava assistindo Sin City novamente e ví a interpretação grotescamente perfeita de Mickey Rourke como Marv. Fiquei pasmo em certas cenas, eu sei que se trata de Sin City , mas o que chama  bastante a atenção é Rourke. Ele é sensacional. Mas Sin City  não foi o bastante. Rourke precisava de algo espetacular. Algo como O Lutador. E pronto, a mágica estava feita, e Mickey Rourke estava de volta, e dessa vez para ficar e "silenciar" quem ainda duvidava de seu talento(é com você mesmo Rubens Ewald Filho!) .    

   

Nos anos 80, Randy "The Ram" Robinson (Mickey Rourke) foi um excepcional lutador de luta livre. Agora, vinte anos depois, ele vive de pequenos bicos em um supermercado, além de algumas lutas em centros comunitários de New Jersey. Renegado por sua filha (Evan Rachel Wood) e incapaz de sustentar qualquer relação estável, Randy tenta sobreviver através da adrenalina de suas lutas e da adoração dos fãs. Porém, quando um ataque cardíaco o força a se aposentar, seu senso de identidade começa a se perder e ele passa a reavaliar sua vida - tentando uma reaproximação com a filha e uma relacionamento amoroso com uma stripper (Marisa Tomei). Ainda assim, nada se compara à emoção dos ringues e a paixão pela sua arte, fazendo com que ele esteja sempre prestes a voltar ao mundo das lutas.

Preciso admitir que achei Rocky Balboa(o filme, não o personagem) mais espetacular, mas O lutador é soberbo, um filme realmente impressionante. Sou um "fã de retornos". Seja Kevin Costner em Pacto de Justiça, Sly em Rocky Balboa ou Mickey Rourke em O Lutador, grandes astros do passado são sempre bem vindos de volta!

 Nota: 8,0

            

    Mickey Rourke levanta(com orgulho e após agradecer seus cães ) seu  "Globo de ouro"!

Categoria: Filmes em dvd
Escrito por D. Junior às 21:51
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Sábado , 30 de Maio de 2009


Os Mercenários: A volta do cinema brucutu!

 

É impossível que ninguém lembre que até antes de "Rocky Balboa"(2007), Sylvester Stallone estava quase tão no limbo quanto o "quase-ex-pseudo-astro" Steven Seagal. O último filme de Rocky trouxe sly de volta aos cinemas(e aos holofotes). "Rambo 4" que veio logo depois não agradou tanto (aos críticos), mas foi um tipo de "afirmação" de que Sly realmente estava de volta(o filme lucrou mais de 100 milhões na bilheteria mundial). Essas duas ressucitações de "personagens-ícone" foi o que abriu espaço para "Os mercenários". Por mais fãs que o cinema brucutu(ainda) tenha, o elenco que este filme reuniu,é algo de proporções inimagináveis,mas nada é impossível para Stallone! O elenco estelar(além de Stallone,que também escreve e dirige o filme) conta com Jason Stathan, Jet Li, Mickey Rourke(do recente "O Lutador"), o quase esquecido Dolph Lungren, uma pequena participação do"Governator" Schwarzanegger entre outros não "tão conhecidos".

A trama do filme é(adivinhe) oitentista ao extremo: Grupo de mercenários vai para América Latina derrubar  um ditador.Aí você se pergunta  se esse fiapo de roteiro serviria para um filme do porte de "Os mercenários". Na teoria não. Mas esse é um filme oitentista,ou seja, muita ação e testosterona e pouco cérebro. Dolph Lundgren revelou no início da semana que haverá uma cena em que há um "quebra-pau" entre ele,Stallone e Jet Li.Alguém já conseguiu imaginar essa cena? "Os mercenários" é um sonho que está prestes a se realizar. É fato que poderia haver mais brucutus. Já imaginaram Vin Diesel, Wesley Snipes, D."The Rock" J.(se ele "fugisse" dos filmes "infantis") e o Van Damme(ok, ele disse não ao Sly,mas isso é outra história).

Entre tantos filmes que estão por vir(Transformers 2, Harry Potter 6, Sherlok Holmes, Homem de Ferro 2)"Os Mercenários"  é(me arrisco dizer) o mais aguardado.E que venha 2010!

Escrito por D. Junior às 15:38
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Marcio Garcia agora é...Diretor

Marcio Garcia agora é...Diretor!  

Marcio Garcia é o pior ator brasileiro. Uma espécie de Steven Seagal tupiniquim. Não quero ser mal interpretado,não é um preconceito pelo fato de "Caminho das Índias" ser a pior novela que Glória Peres escreveu. Chega ser engraçado quando esse "pseudo-ator" tenta atuar. Mas tudo bem. As novelas da Globo ja são tão cheias de clichê que o povo que(ainda) assiste não dá muita importância para isso. Aí quando achamos que nem tudo está perdido,pois ainda temos o cinema, Marcio Garcia anuncia que vai dirigir seu primeiro filme. A trama do curta que pode contar com atores globais até é interessante, o filme conta a história de um assalto a banco em que o gerente dá um tiro em uma das cúmplices do bando, logo que a polícia chega ao local. Com isso, o líder da equipe foge com a grana e, quando é pego pelos policiais, descobre que a bolsa em que estava o dinheiro está cheia de papel, e que a verdadeira bolsa estava nas mãos do gerente e da mulher baleada, que são cúmplices do planejado assalto.

Nas mãos de José Padilha,por exemplo, ficaria interessante. Vai ser engraçado se Garcia conseguir se sair bem como diretor. Vou ter o prazer de postar aqui caso tal coisa aconteça,o que,para falar a verdade, acho bem improvável. Agora é só esperar e (se arriscar a)ver o resultado

Escrito por D. Junior às 15:32
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Dragon Ball Evolution Poderia ser um bom filme...Poderia!!!

Preciso confessar uma coisa. Eu tinha esperanças em relação a "Dragon ball Evolution". Não sei exatamente o porque, mas existia algo dentro de mim que me fazia acreditar que esse filme baseado em um dos desenhos mais queridos(e famosos) dos anos 90 poderia ser bom. Chega ser vergonhoso admitir o quanto estava ansioso para ver esse filme, afinal era "o desenho" da minha infância tornando-se realidade.

Existem milhares de adjetivos para definir "Dragon Ball Evolution", mas acho que o melhor (e mais apropriado) é tosco. O (perdoe-me chamar assim) "filme" dirigido por James Wong que conta a história de Goku, um jovem Sayjin que precisa encontrar as Sete esferas do dragão para impedir que que o temível Piccolo domine a Terra é uma experiência cinematográfica muito estranha. Esse fiapo de(chega ser engraçado chamar assim) roteiro não serviria para adaptar DB para o cinema, nem mesmo se os efeitos especais fossem  bons, e sério, eles são horríveis.

As cenas de luta são muito mal conduzidas (a única que realmente agrada é pouco depois do começo do filme, que acontece em uma festa)e além de tudo, há poucos combates durante os 90 minutos de DGE , o que é imperdoável, afinal os combates são a essência de Dragon Ball.

 

Ainda existem tantas coisas ruins em Dragon Ball Evolution. O vilão do filme (Piccolo) é tão mal desenvolvido e infiel ao mangá que chega ser(adivinhe) ridículo; A "interpretação" de Justin Chatwin,como Goku, é digna de um "Framboesa de ouro"(mas todo o filme é, não é mesmo?).Mas (por incrível que pareça) ainda tem mais. As duas piores situações do filme (e as mais esperadas pelos fãs) envolvem o personagem principal,Goku. Quando (quase ao final do filme) ele consegue (por falta de termo melhor) "soltar" o Kame-Hame-Ha  é bizarro(foi uma das vezes em que gargalhei no meio da sessão). Ainda é pior quando Goku se transforma naquele "Macaco-Gigante"(ou vai saber o que é aquilo). É constrangedor. É uma situação ridícula de se presenciar no cinema (mais uma vez dei uma gargalhada, e alguém no meio da sessão mandou-me calar a boca).

Por mais que eu tente apontar algo de positivo em DBE, tudo que o filme tem de ruim, "abafa" qualquer aspecto positivo do filme. Ainda teremos esse ano, Street Fighter - A lenda de Chun li,mas provavelmente Dragon Ball Evolution seja o pior filme do ano.

 

NOTA: 1,5 (Vale isso pelas gargalhadas)

Escrito por D. Junior às 15:27
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O verdadeiro retorno de Van Damme...Ou não?!!

Desde o ano passado após o lançamento de JCVD,(considerado por muitos críticos o "retorno" do astro belga e até melhor do que "O lutador" do então ressucitado Mickey Rourke ),que ocorreu em junho na França,é que muitos boatos sobre novos filmes do Van Damme circulam na Internet. Desde o "suposto" filme que ele faria com o "astro" Steven Seagal; um segundo "Bloodsport" e também "Soldado Universal 3". De todos esses "boatos",nenhum de verdade era confiável. Até o início dessa semana, quando foi divulgado a primeira foto de Van Damme ao lado de Dolph Lundgren(sim,o astro sueco,que também estará ao lado de Sly em "Os Mercenários" está de volta a franquia"Soldado Universal").Como fã de Van Damme fiquei feliz,afinal é a chance de ele voltar a ter prestígio no mundo inteiro(o primeiro filme da série lucrou mais de 100 milhões ao redor do mundo). Mas a questão é: Van Damme conseguirá? "Soldado Universal" tem tantos fãs como,por exemplo, "Terminator"?Há quem não está gostando da ideia, mas é a chance de Van Damme virar o jogo e voltar(ou começar) a ser astro!Fica aqui a torcida!

Categoria: Van Damme
Escrito por D. Junior às 15:16
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"Usando a velha (e boa)fórmula de seus filmes, Jim Carrey volta à comédia!

Sim Senhor é volta literal de Jim Carrey à comédia! E com tudo que temos direito. Caretas das mais estranhas possíveis(quando ele imagina estar morto é engraçadíssima) , piadas sensacionais ( o momento na vídeo locadora é absurdamente engraçado), e Zooey Deschanel ("Ponte Para Terabítia").Linda e perfeitamente cômica ao lado Jim Carrey.

Sim Senhor  conta a história Carl Alen, uma pessoa que diz não à tudo, tudo mesmo! Até que um dia encontra um amigo que o leva para um programa de TV, onde a intenção de apresentador  é que "os pessimistas"  que vão até lá passem a dizer SIM à tudo. Definitivamente tudo, sem poder dizer não à mais nada e é isso que Carl faz, se mentendo nas mais absurdas situações. Lembrou de um filme, não é mesmo? Sim Senhor, meio que na "cara dura" pega ideia de O Mentiroso, e usa disso para abrir espaço para Jim fazer seu show. Judd Apatow é o atual Midas da comédia e seus "discípulos(Seth Rogen, Bill Hader, Jason Segel, Jonah Hill e outros)" são mestres em nos fazer rir, mas Jim Carrey continua sendo o cara mais engraçado do mundo !

 

NOTA:8

 

Veja o (engraçadíssimo) Trailer abaixo

 

 

http://mais.uol.com.br/view/e0qbgxid79uv/apas-curso-de-autoajuda-jim-carrey-muda-sua-vida-em-0402316CD4896326?types=A

Categoria: Filmes em dvd
Escrito por d.junior.ribas às 14:27
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